15 de novembro de 2011

CONFISSÃO DE KRISTEN STEWART SOBRE BREAKING DAWN: “ODIEI O EDWARD”

Kristen Stewart subiu finalmente ao altar num vestido de sonho e teve a lua-de-mel com que Bella sonhava em Amanhecer – Parte 1. Mas fora do ecrã Kristen afirma que não se sente exatamente “adulta”.


A estrela de 21 anos falou com o site Parade.com sobre a sua muito antecipada cena de sexo com Robert Pattinson e como Bella e Edward “se odiaram” pela primeira vez que se viram.


Sobre a cena de sexo que o mundo inteiro espera.

“As cenas na cama foram um pouco técnicas e estranhas. Sempre que não estava a gravarfazia caretas ao Rob para fazê-lo rir. Eu não conseguia levar aquilo a sério. Diverti-me quando gravámos as cenas românticas na água. Senti que foi muito espontâneo.”

Sobre a sua caminhada para o altar.

“Eu estava tão estranha nesse dia. Foi uma das últimas coisas que filmámos no filme, e senti tudo chegando ao fim. Eu estava muito atenta; estava com os nervos à flor da pele. Eu tinha todos os pormenores planeados na minha cabeça sobre o que ia fazer nessas cenas. Do género, eu sabia que havia um momento em que eu deveria inspirar felicidade e brilhar de alegria. Foi intenso. Na manhã em que estávamos filmando o casamento eu deixei todos irem trabalhar sem mim. Fiquei sozinha no meu quarto e fui para o set sozinha. Tentei simular a experiência daquilo que sentiria antes do casamento e quando ele acontecesse na realidade, e penso que consegui. Senti-me bem nesse dia.”

Quem se importa se é amor à antiga?

“O que eu adoro mesmo neste filme é que o realizador, o Bill Condon, não teve medo de as pessoas o apelidarem de lamechas. Se você vai fazer um romance a sério, você deve sentir a essência disso e não ter vergonha. É difícil não ficar enjoado, mas é tão romântico e tradicional. Eu gosto disso.”

Sobre o ódio entre Bella e Edward.

“Eles estão apaixonados, mas a história de Edward e Bella é muito improvável. No seu primeiro encontro você sente que eles quase que se odeiam. Eu filmei um momento que me custou bastante, porque traía tudo o que tinha feito até esse ponto. Eu odiava o Edward. Eu olhava verdadeiramente para ele e pensava ‘É melhor parar de olhar assim para mim e se manter longe’. A Bella torna-se num animal feroz. Ela é protetora. Ela é mãe. É mais forte que tudo o que já sentiu.”

Sobre a (concerteza) chocante cena do parto.

“É para maiores de 13, mas é bastante gráfica e sangrenta. Se é demasiado para alguém mais novo, então fica mesmo ao critério dos pais. Mas deve ser impactante, deve ser assustador. Tem uma história sobre alguém que tem lutado por aquilo em que acredita. A Bella diz ‘Eu estou disposta a morrer pelo meu bebé. Faço qualquer coisa por ele.’ Espero que não assuste as pessoas, mas ao mesmo tempo, espero que sim.”

Sobre interpretar uma mãe.

“Penso que não é assim tão inadequado para alguém da minha idade ter um filho. Estranhamente, criaram-se as circunstâncias certas para que uma das minhas melhores amigas tenha tido um bebé há pouco tempo. Definitivamente me relacionei com o aspecto maternal de Bella de uma forma muito forte, especialmente porque é o assunto principal do filme.”

Sobre enfrentar o fim do projeto.

“É estranho que não estejamos à espera de voltar a fazer outro filme, mas ao mesmo tempo tenho a sensação que terminou. É triste e não é triste. Você tem de tentar se por nesses momentos e apreciar o fato de eles estarem a passar. É altura de prosseguir, mas tenho a certeza que vou falar de Twilight para o resto da minha carreira.”

As aparições em público estão tornando-se mais fáceis.

“No que diz respeito à representação eu tenho ganho bastante experiência desde os meus 10 anos, quando comecei a fazer filmes. Dar entrevistas era difícil, mas agora já tenho mais capacidade para falar abertamente de coisas que me afetam. Eu penso que antes me atrapalhava um pouco ao expressar coisas que eram importantes para mim porque tinha 500 pessoas que não conhecia ouvindo. Não tem a ver com crescer. Eu penso que ao envelhecer você muda simplesmente.”

Sair à rua pode ser algo complicado.

“É estranho, por vezes posso ser muito refém de mim própria. Eu penso algo do género ‘Oh, neste momento não consigo lidar com nada. Não posso ver ninguém.’ Como se a ideia de parar numa bomba de combustível e ter alguém a olhar para a minha cara me levasse a pensar ‘Agghh!’ e com manias do género ‘Oh Deus, com certeza que eles estão reparando em todos os pormenores.’”

O que aí vem.

“Ainda adoro escrever. Tenho trabalhado muito, por isso ainda não me mudei para Sidney, na Austrália, como tenho falado. Eu tinha aspirações de voltar à escola e perdi-as. Não sou uma pessoa muito rígida, por isso não tenho muita auto-disciplina, para ser honesta. Eu tenho de ser forçada a fazer as coisas. Mas não faz mal. Sou tão feliz e verdadeiramente satisfeita, e essas eram as minhas aspirações em criança. Estou bem por estar onde estou, eu acho.”


O legado.

Twilight fez as pessoas aperceberem-se que há um desejo e uma fome enormes de mais projetos direccionados para mulheres. Além disso, penso que os fãs vão olhar para trás e continuar gostando da história. Não consigo imaginar que os fãs que vimos comparecer no Comic-Con deixem de ser fãs daqui a dez anos. Com certeza que ainda se vão lembrar porque é que adoraram isto.”

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